UTI - Cuidado humanizado do paciente crítico.
domingo, fevereiro 10, 2013
sexta-feira, janeiro 18, 2013
RDC-7 entra em vigor em fevereiro
As unidades de terapia intensiva de todo o país tiveram três anos para implantar as recomendações da RDC-7, publicada pela ANVISA em 25 de fevereiro de 2010. O documento foi o primeiro passo para a implantação de uma série de medidas para que as mais de duas mil e trezentas Unidades de Terapia Intensiva em nosso país sejam mais seguras e que o atendimento ao paciente crítico seja de alta qualidade, com profissionais bem preparados.
A AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira teve participação importante na elaboração do documento. “Foi o resultado de anos de luta da categoria que ainda não contava com um documento que trouxesse as mínimas regras para abertura e funcionamento das UTIs brasileiras. É uma grande conquista, uma vez que já conseguiremos melhorar, em muito, a assistência e qualidade no atendimento oferecido aos pacientes”, disse o Dr. José Mário Teles, presidente da AMIB. O presidente da AMIB ressalta, ainda, que o documento é muito importante, e a AMIB, nesses três anos, auxiliou os coordenadores de UTIs para que pudessem aplicar as medidas até o prazo limite que termina no próximo mês. “Não foi fácil, mas entendemos que seja um caminho determinante para a especialidade e, principalmente, para pacientes", disse Dr. Ederlon Rezende, presidente passado da AMIB. De acordo com o médico, o documento consolida uma luta antiga e constante da associação que é a busca de qualidade de serviços, processos e, principalmente, capacitação da equipe multidisciplinar da medicina intensiva.
Para auxiliar os profissionais coordenadores das Unidades de Terapia Intensiva, a ANVISA atendeu as solicitações de esclarecimentos quanto à aplicação do regulamento pelo setor regulador. A proposta de regulamentação, segundo a ANVISA, visa à melhoria da qualidade da assistência em medicina intensiva, com foco na segurança do paciente.
Após a plena implantação da RDC, caberá ainda à AMIB fazer gestões junto à ANVISA, no sentido de buscar outros indicadores de qualidade, além daqueles documentados na instrução normativa número 4. A AMIB afirma que a Resolução é um grande avanço para a organização das UTIs. A definição mínima de estrutura, equipamentos e pessoal busca garantir a assistência com qualidade e segurança no atendimento do paciente crítico.
Fonte: AMIB
segunda-feira, janeiro 14, 2013
domingo, dezembro 23, 2012
Terapia anti-trombótica e profilática de trombose
Chest 2012 ANTITHROMBOTIC THERAPY AND PREVENTION OF THROMBOSIS, 9TH ED: ACCP GUIDELINES
Quebra de antigas verdades absolutas - ou como esta na moda, quebra de paradigmas:
- NÃO TRATAR TROMBOSE VENOSA DISTAL DE MMII (infra-patelar), PORÉM A TROMBOSE VENOSA SUPERFICIAL DE MMII SUPRA-PATELAR DEVE SER TRATADA (vide texto)
- COMEÇAR WARFARINA JUNTO COM ENOXAPARINA, SEJA PARA TVP E/OU TEP, SE NÃO ASSOCIADO A CÂNCER. SE FOR ASSOCIADO A MALIGNIDADE, A ENOXAPARINA É SUPERIOR À WARFARINA COMO DROGA DURANTE TODO TRATAMENTO
- ENOXAPARINA É MELHOR QUE HEPARINA NÃO FRACIONADA (IV OU SC), SEJA PARA TVP MMII / MMSS E/OU TEP (leiam o texto todo)
- APLICAR A DOSE DIÁRIA DE UMA ÚNICA VEZ (e não mais 2x/dia), SEJA PARA TVP E/OU TEP (leiam o texto todo)
- CASOS NÃO COMPLICADOS DE TVP PODEM SER TRATADOS EM CASA
- DEAMBULAÇÃO PRECOCE PARA CASOS NÃO COMPLICADOS DE TVP
- USAR MEIAS COMPRESSIVAS POR 2 ANOS NO MÍNIMO.
- NÃO USAR DROGAS "VENOATIVAS" PARA SÍNDROME PÓS-TROMBÓTICA (APÓS TVP)
Tem muito mais no referido arquivo: tempo de tratamento, quando trombolisar, quando afazer trombectomia, filtro de cava e outros.
Vale a pena a leitura.
Fonte: Andre Gustavo Neves de Albuquerque
terça-feira, dezembro 11, 2012
Caos na saúde brasileira não é culpa dos médicos
Entrevista da Globo sobre formação e distribuição de médicos no Brasil. O que acontece de fato?
segunda-feira, dezembro 10, 2012
Cálculo do deficit de água
Na hipernatremia grave:
- Evitar a correção rápida do distúrbio;
- Iniciar reposição de salina isotônica até correção da hipotensão
arterial; - Administrar solução glicosada a 5% em pacientes hipervolêmicos,
associado a furosemida 20 mg IV; - Calcular a reposição de água livre para ser realizada em 48 horas,
devido ao risco de desenvolvimento de edema cerebral; - Efetuar a reposição de solução glicosada a 5% em pacientes
euvolêmicos; - Manter o ritmo cardíaco, oximetria e PNI continuamente monitorizados;
- Cálcular o déficit de água nos pacientes com hipernatremia grave.
Flavia Fernandes
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