UTI - Cuidado humanizado do paciente crítico.

sábado, maio 25, 2013

9 países apoiam o REVALIDA

Entidades médicas de nove países – Argentina, Bolívia, Costa Rica, Espanha, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela - aprovaram moção de apoio condenando a  iniciativa do governo que permite médicos com diplomas obtidos em escolas estrangeiras  exercer a profissão no Brasil sem a sua devida revalidação.

Fonte: AMB

quinta-feira, maio 23, 2013


" É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
  É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar-se fazendo nada até o final.
  Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
  Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver"

Martin Luther King

quinta-feira, maio 16, 2013

Clinical Pulmonary Infection Score (CPIS)

Clinical Pulmonary Infection Score (CPIS)

5 Parâmetros :

1) Temperatura

2) Leucócitos

3) Secreção traqueal

4) Relação PaO2/FiO2

5) Exame radiológico

Pontos são dados para cada parâmetro. CPIS > 6 = sugere a presença de infecção pulmonar.

Flávio E. Nácul

Fonte: Artigos Comentados em Medicina Intensiva

quinta-feira, maio 09, 2013

CFM condena decisão do governo brasileiro de trazer médicos de Cuba para trabalhar no país

NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONTRA A ENTRADA DE MÉDICOS ESTRANGEIROS

O Conselho Federal de Medicina (CFM) condena veemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação. Medidas neste sentido ferem a lei, configuram uma pseudoassistência com maiores riscos para a população e, por isso, além de temporárias, são temerárias por se caracterizarem como programas políticos-eleitorais.

O CFM e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) envidarão todos os esforços possíveis e necessários, inclusive as medidas jurídicas cabíveis, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana. Este princípio passa a ser desrespeitado pela irreverência do Poder Executivo ao pretender ofertar à parcela maior e mais carente da população brasileira assistência à saúde sem segurança e qualificação.

Se a Constituição Federal não estipulou cidadãos de segunda categoria, então, o país não pode permitir que tais segmentos sejam atendidos por pessoas cuja formação profissional suscita dúvidas, com respeito a sua qualidade técnica e ética.

Ao contrário do que asseguram os defensores desta proposta, estudos indicam que os médicos estrangeiros tendem a migrar para os grandes centros a médio e longo prazos. No entendimento do CFM, a criação de uma carreira de Estado para o médico do SUS – com ênfase na atenção primária (com a previsão de infraestrutura e de condições de trabalho adequadas) – asseguraria a presença de médicos e um efetivo atendimento nas áreas distantes e nas periferias dos grandes centros.

Além disso, para o SUS se manter público, integral, gratuito, de qualidade e acessível a toda a população, o Estado Brasileiro não deve se furtar da responsabilidade de destinar-lhe mais recursos (um mínimo de 10% da receita bruta da União), buscando o aperfeiçoamento de seus serviços, dotando-os de infraestrutura e recursos humanos valorizados, para atender de forma eficaz e com equidade a população.

Conclamamos o Poder Legislativo; o Poder Judiciário; o Ministério Público; as entidades médicas; as universidades; a imprensa; e todos os movimentos da sociedade civil organizada a se posicionarem contra esta agressão à Nação e em benefício de um sistema público de saúde de qualificado.

Não podemos admitir que interesses específicos e eleitorais coloquem em risco o futuro de um modelo enraizado na nossa Constituição e que pertence a 190 milhões de brasileiros. O que precisamos é de médicos bem formados, bem preparados, bem avaliados e com estímulo para o trabalho. Tratar a população de maneira desigual é sinal de desconsideração e de desrespeito para com seus direitos de cidadania.

AMB – Nota de repúdio

AMB - nota

Temas Livres – CBMI 2013

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