CFM
UTI - Cuidado humanizado do paciente crítico.
sexta-feira, março 08, 2013
CFM
sexta-feira, março 01, 2013
Terminalidade X Cuidados Paliativos
DISTANÁSIA - prolongar o processo de morte dando continuidade a procedimentos que não estão trazendo benefícios ao paciente, assim como aplicar novos procedimentos que só aumentarão o sofrimento deste sem obtenção de melhora é considerada antiética em nosso país;
ORTOTANÁSIA - deixar morrer no tempo certo sendo respaldada pela Resolução CFM 1805/2006 e considerada legal pela justiça em decisão de 1º de dezembro de 2010. Assegura ao paciente em estado terminal e lucidez comprovada a autonomia e/ou seus familiares decidir os tipos de procedimentos aplicados ou interrompidos, permitindo ao médico e a equipe oferecer a esse paciente os cuidados paliativos plenos para que o mesmo tenha um morrer digno, sem dor ou qualquer outro tipo de sofrimento.
Flavia Fernandes
domingo, fevereiro 10, 2013
como prevenir problemas cardiovasculares em aviões.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, dentro dos aviões, os problemas cardiovasculares tais como infartos, paradas cardíacas, embolia pulmonar e derrames são os principais. Nos vôos longos (acima de 4 horas), para correr menos riscos durante a viagem, as dicas são: tomar bastante água, levantar da poltrona sempre que puder, fazer pequenos movimentos a cada duas horas e evitar os remédios para dormir pois, se passar mal, o passageiro poderá ao menos estar acordado para pedir ajuda. Na dúvida, procure um médico antes de fazer as malas. Boa viagem!
sexta-feira, janeiro 18, 2013
RDC-7 entra em vigor em fevereiro
A AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira teve participação importante na elaboração do documento. “Foi o resultado de anos de luta da categoria que ainda não contava com um documento que trouxesse as mínimas regras para abertura e funcionamento das UTIs brasileiras. É uma grande conquista, uma vez que já conseguiremos melhorar, em muito, a assistência e qualidade no atendimento oferecido aos pacientes”, disse o Dr. José Mário Teles, presidente da AMIB. O presidente da AMIB ressalta, ainda, que o documento é muito importante, e a AMIB, nesses três anos, auxiliou os coordenadores de UTIs para que pudessem aplicar as medidas até o prazo limite que termina no próximo mês. “Não foi fácil, mas entendemos que seja um caminho determinante para a especialidade e, principalmente, para pacientes", disse Dr. Ederlon Rezende, presidente passado da AMIB. De acordo com o médico, o documento consolida uma luta antiga e constante da associação que é a busca de qualidade de serviços, processos e, principalmente, capacitação da equipe multidisciplinar da medicina intensiva.
Para auxiliar os profissionais coordenadores das Unidades de Terapia Intensiva, a ANVISA atendeu as solicitações de esclarecimentos quanto à aplicação do regulamento pelo setor regulador. A proposta de regulamentação, segundo a ANVISA, visa à melhoria da qualidade da assistência em medicina intensiva, com foco na segurança do paciente.
Após a plena implantação da RDC, caberá ainda à AMIB fazer gestões junto à ANVISA, no sentido de buscar outros indicadores de qualidade, além daqueles documentados na instrução normativa número 4. A AMIB afirma que a Resolução é um grande avanço para a organização das UTIs. A definição mínima de estrutura, equipamentos e pessoal busca garantir a assistência com qualidade e segurança no atendimento do paciente crítico.
Fonte: AMIB

