UTI - Cuidado humanizado do paciente crítico.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Privação do sono no paciente crítico.
Friese RS: CCM 2008; 36(3) 697-705
A privação do sono é deletéria para as pessoas causando desde irritabilidade até imunodepressão. O sono do paciente crítico é caracterizado por 1) aumento do tempo de latência, 2) fragmentação, 3) eficácia reduzida, 4) despertar frequente, 5)aumento dos estágios 1 e 2 NREM, 6) redução dos estágios 3 e 4 NREM, 7) redução ou ausência do estágio REM. Medidas para melhorar a qualidade do sono no paciente crítico devem ser pesquisadas e implementadas.
Flávio E. Nácul
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Morte: considerações para a prática médica.
Pazin-Filho A. Morte: considerações para a prática médica. Medicina (Ribeirão Preto) 2005; 38 (1): 20-25.
A morte é parte integrante da vida e como tal, objetivo da medicina. A definição de
morte vem sofrendo modificações em decorrência do avanço tecnológico da medicina e da disponibilidade de informação, ficando claro que sua definição deve levar em consideração os valores culturais da sociedade em questão e não somente o conhecimento médico. A busca de uma melhor definição de morte trouxe uma série de conflitos de ordem ética, agravados em grande parte pela crise de credibilidade que a medicina moderna vivencia. Um resgate dos valores da medicina, fundamentados na relação médico-paciente, bem como uma ampla discussão
envolvendo toda a sociedade sobre a definição de morte e os cuidados que a medicina
deve oferecer aos pacientes que estão morrendo, devem ser implementados. A discussão destes valores deve começar na faculdade de medicina e deve envolver todas as profissões que auxiliem a profissão médica.
O que é um citocromo?
Citocromo é uma proteína que contém um grupamento heme (hemoproteína) e que apresenta a capacidade de transportar elétrons.
Exemplos: citocromos localizados nas mitocondrias e que produzem ATPs na cadeia respiratória e Citocromo P 450 no fígado que participa da metabolização de fármacos.
Flávio E. Nácul